História

Na noite de 17 de dezembro de 1970, o Prof. Fernando Figueira, então Presidente da Sociedade de Medicina de Pernambuco, hoje Associação Médica de Pernambuco, realizava mais um de seus sonhos. Estando a Diretoria reunida, na sede daquela Sociedade, com as presenças do Prof. Bruno Maia, do Dr. Pedro Veloso Costa, do Dr. Leduar de Assis Rocha e de outros médicos, depois de ouvir a todos, comunicou a fundação da Academia Pernambucana de Medicina. Na súmula da ata de fundação nota-se que a instituição ora criada, vinha há muito sendo motivo de uma luta pessoal do Prof. Fernando Figueira, preocupado como era com a prática do exercício da medicina, com o ensino médico, a saúde pública, a ética médica e a memória médica de Pernambuco.

Por fim, foi aclamada a primeira diretoria, tomada como provisória, contando com Fernando Figueira na Presidência, Bruno Maia na Vice-Presidência, Leduar de Assis Rocha na secretária e Pedro Veloso na tesouraria. Fundada a Academia, passou a ocupar, de forma provisória, também, a sede da Sociedade de Medicina de Pernambuco. Em 13 de janeiro de 1971, periódico diário de grande circulação no Recife, publica um editorial com o título: “Uma Nova Academia”, chamando a atenção para o fato de que a nova instituição terá um Conselho Científico com 5 membros, para o preenchimento de suas cadeiras. Quando o Prof. Fernando Figueira assumiu a Secretaria de Saúde, do Governo do Estado, transferiu a sede da Academia para aquela Secretaria, na Praça Oswaldo Cruz.

O criador da Academia Pernambucana de Medicina consegue, então, do Governador do Estado, Dr. Eraldo Gueiros Leite, uma doação financeira com vistas à aquisição de uma sede própria.